Hoje em dia, um dos maiores problemas que os empresários enfrentam, especialmente no começo de seus negócios, é a falta de dinheiro em caixa.
Ter recursos é essencial para que a empresa siga rodando, o que faz com que muitos destes investidores recorram a empréstimos e financiamentos, porém, estes modelos possuem uma taxa de juros altíssima, que não só cobram seu preço no longo prazo, como também corroem a margem de lucro.
Uma estratégia que muitos destes empresários não conhecem e que é plenamente aceita pelo Banco Central é a de utilizar o consórcio como alternativa ao capital de giro da empresa.
Por ser uma solução muitas vezes ignorada, separamos este artigo para explicar exatamente como isso funciona, quais as vantagens, como driblar o longo prazo de um consórcio e cuidados que se deve ter ao realizar esta operação. Acompanhe a seguir.
O que é capital de giro e por que ele é vital?
Antes de tudo, é preciso explicar o que é e qual a importância de um capital de giro para as empresas.
Este é o nome dado para o recurso necessário para financiar a continuidade de um negócio, como manter estoques, financiar compras a prazo e pagar impostos, salários e aluguéis.
O cálculo do capital de giro é feito a partir da diferença entre o dinheiro disponível e as despesas fixas.
Manter este saldo positivo é o que garante a sobrevivência das empresas em meses de baixas nas vendas.
A estratégia: como levantar dinheiro líquido com o consórcio?
O consórcio para empresas já é uma estratégia muito utilizada, permitindo que bens essenciais sejam adquiridos sem comprometer o caixa.
Este é um modelo popular para a compra de maquinários, frotas e até mesmo imóveis, consistindo em parcelas mensais sem juros que te proporcionam uma carta de crédito, utilizada para adquirir estes bens à vista.
Mesmo assim, muitas pessoas desconhecem a estratégia de utilizar este consórcio como alternativa ao capital de giro, portanto, mostraremos o passo a passo desta estratégia segura e legal.
O mecanismo: não existe um consórcio específico para capital de giro, sendo necessário entrar em um de veículos ou imóveis.
O pré-requisito: antes de qualquer coisa, um dos sócios, a empresa ou até mesmo um parente deve possuir um bem quitado em seu nome.
A operação: após a contemplação, realiza-se a “compra” e “venda” do bem entre a empresa e o sócio, ou entre dois CNPJs do mesmo grupo empresarial.
A liquidez: a administradora do consórcio paga o valor da carta de crédito para a “compra” do bem e, como ele já pertencia ao núcleo patrimonial, esta carta se transforma em dinheiro líquido direto.
Principais vantagens dessa operação
Quando se utiliza o consórcio como alternativa ao capital de giro, diversas vantagens são percebidas pela empresa, como:
Custo muito inferior: as parcelas do consórcio são consideravelmente menores que as de um empréstimo, pois não há cobrança de juros nem de IOF.
Sem descapitalização inicial: Não é necessário pagar nenhum valor de entrada para aderir ao grupo.
Organização financeira: Funciona como um planejamento de médio a longo prazo, permitindo que a empresa cresça de forma sustentável e estruturada.
Flexibilidade: Possibilidade de reduzir, antecipar ou quitar parcelas a qualquer momento.
Tenho urgência! Como acelerar o crédito?
O consórcio é considerado um investimento a longo prazo, pois depende da contemplação para ser eficiente, e esta, geralmente, é feita por sorteio entre os consorciados.
Isso não significa que este modelo não funciona para quem tem urgência, já que é possível acelerar a contemplação através de lances.
No geral, esta estratégia consiste em utilizar um aporte adicional para competir apenas com quem também optou por esta modalidade, aumentando as chances.
Se é preciso utilizar recursos a mais, como está estratégia pode ser eficiente para empresas que já não possuem dinheiro?
A solução é simples: o lance embutido. Neste formato de lance, o aporte utilizado é uma porcentagem da própria carta de crédito. Por exemplo, se o valor da carta é de R$100.000, ele passará a ser R$80.000 em caso de contemplação através do lance embutido.
Cuidados e exigências na contratação
Ainda que a utilização do consórcio como alternativa ao capital de giro seja uma operação autorizada pelo Banco Central, existem alguns cuidados que devem ser tomados para estar em conformidade legal.
Alguns destes cuidados são:
Garantias: antes da contemplação, a administradora fará uma análise de crédito da empresa, a fim de verificar a capacidade de quitação antes de a instituição liberar o recurso financeiro.
Alienação: o bem negociado na operação de compra e venda ficará alienado à administradora como garantia até o término do pagamento do plano.
Documentação: é preciso apresentar documentação pessoal, do imóvel e comprovantes de renda.
Use o consórcio como aliado da saúde financeira da empresa
A falta de dinheiro é um dos maiores problemas que um empresário pode enfrentar e, como é algo que geralmente deve ser resolvido com urgência, muitos acabam recorrendo a empréstimos e financiamentos.
A grande pegadinha destes modelos é a alta taxa de juros, que cobra caro lá na frente.
Usando o consórcio como alternativa ao capital de giro, você usufrui de uma solução legal e economicamente segura, porém, deve ser feita com administradoras regularizadas pelo Banco Central, como é o caso da Bacellar Investimentos.
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FAQ
1. É possível usar consórcio como capital de giro para empresa?
Sim, por meio de uma estratégia legal, é possível transformar a carta de crédito em dinheiro líquido, fortalecendo o caixa da empresa.
2. O consórcio substitui empréstimos empresariais?
Em muitos casos, sim. Ele pode ser uma alternativa mais econômica, pois não possui juros, reduzindo o custo financeiro total.
3. Como antecipar a contemplação no consórcio?
A contemplação pode ser acelerada por meio de lances, incluindo o lance embutido, que utiliza parte da própria carta de crédito.
4. O consórcio tem juros ou taxas escondidas?
Não há juros, mas existe taxa de administração e, em alguns casos, fundo de reserva, que devem ser analisados no contrato.
5. Quais cuidados tomar ao usar consórcio como capital de giro?
É importante avaliar prazos, garantias, contrato, escolha da administradora e o impacto das parcelas no fluxo de caixa da empresa.
